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CURSO GERAL DE OSTEOPATIA

Informação Geral

A Osteopatia é, entre as terapêuticas não convencionais, uma das mais utilizadas pela população Portuguesa. Em Portugal a Osteopatia tem o seu enquadramento legal tanto na Lei 45/2003 como na Lei 71/2013, que vem regulamentar a primeira. Este enquadramento legal ainda não está terminado pois aguarda-se a conclusão do processo de regulamentação específica que se encontra em fase de finalização. No entanto, Portugal tem dado importantes passos no sentido da total integração da Osteopatia no seu Sistema Nacional de Saúde, seguindo as directrizes da Organização Mundial de Saúde.

Independentemente do momento em que se encontra o processo de regulamentação da Osteopatia no nosso país e no restante espaço europeu, esta é amplamente reconhecida pelas suas mais valias em praticamente toda a sociedade ocidental, sendo utilizada por uma crescente camada da população, mesmo sem estar disponível no sistema público de saúde.

A Osteopatia é um sistema completo de diagnóstico e tratamento para um vasto leque de patologias, não deixando de poder ser usada de uma forma profilática no sentido da melhoria do estado geral de saúde do indivíduo.

Actua nos aspectos estruturais e funcionais do corpo, baseando-se no princípio de que o bem-estar de um indivíduo depende da harmoniosa interdependência funcional entre o esqueleto, os músculos, os ligamentos e os tecidos conjuntivos.

A Osteopatia procura restabelecer o estado de equilíbrio natural do corpo, procurando não recorrer a fármacos ou a cirurgia, sempre que se demonstre adequado.

A Osteopatia usa o toque, manipulação física, alongamentos e técnicas especificas de massagem para aumentar a mobilidade de ligamentos, para aliviar a tensão muscular, para potenciar o fornecimento de sangue e impulsos nervosos aos tecidos, promove a saúde e prevenir a recorrência dos sintomas.

O exercício da profissão

Um Osteopata desenvolve a sua actividade de forma autónoma ou integrado numa equipa multidisciplinar de saúde e bem-estar. Pode desempenhar a sua actividade em diversos ambientes como consultórios de especialidade, clínicas médicas convencionais, hospitais privados, centros de reabilitação, centros de saúde e bem-estar, clínicas de medicina desportiva, etc. Hoje em dia a procura pelo público em geral de especialistas qualificados em Osteopatia é grande e a tendência é continuar a aumentar, dado o aumento exponencial de conhecimento sobre os benefícios da Osteopatia nos últimos anos por parte da população Portuguesa.

Aliás, não tem sido só a população em geral que passou a ter mais conhecimento sobre os benefícios da Osteopatia, pois muito do seu crescimento se ficou a dever ao encaminhamento por parte dos profissionais de saúde convencionais como Médicos Fisiatras, Médicos de Clínica Geral, Neurologistas, Fisioterapeutas, Enfermeiros, etc., que passaram a recomendar tratamentos Osteopáticos aos seus pacientes.

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BSc (Hons)


O IMT - Instituto de Medicina Tradicional, tem um acordo com a BCOM- British College of Osteopathic Medicine que permite desde o ano lectivo 2013/2014 o acesso de diplomados de Osteopatia do IMT ao grau de licenciatura britânico - BSc (Hons) in Osteopathy – através de um Programa de Conversão de diploma. Este grau académico Britânico confere uma importante credibilidade internacional e é reconhecido pela comunidade osteopática como uma qualificação académica. O detentor de um BSc (Hons) em Osteopatia está assim academicamente e profissionalmente melhor preparado para o mercado de trabalho. Além disto, este grau contribui para estabelecer uma sólida base académica, incluindo o reconhecimento de um curriculum robusto, de forma a sustentar uma melhor preparação para as futuras exigências legislativas e profissionais, relativas ao exercício da Osteopatia em Portugal, como é evidente. Para conhecer mais detalhes solicite na secretaria o documento "Guia de Acesso ao grau BSc (Hons) em Osteopatia". Nota: A atribuição do grau académico BSc (Hons) em Osteopatia, apesar de ter validade académica Britânica, não foi desenvolvida para reconhecimento do seu portador pelo GOsC - General Osteopathic Council, o órgão oficial Britânico para a prática da Osteopatia naquele país. Para este efeito o candidato deverá contactar directamente o GOsC para obter os pré-requisitos específicos para a sua candidatura a membro.

Como funciona este reconhecimento?

O aluno do Curso Geral de Osteopatia do IMT, durante os seus 4 anos lectivos, está integrado num “Programa de Monitoria” levado a cabo por equipa de avaliadores do parceiro britânico. Após conclusão satisfatória deste Programa o graduado será detentor de um Diploma em Osteopatia emitido pelo IMT e, cumprindo os critérios, estará elegível para candidatura ao Programa de Conversão de Diploma que uma vez cumprido irá conferir o grau de Licenciatura em Osteopatia - BSc(Hons).

O Curso


Menu
Plano de estudos
Relação Curricular
Locais de Realização

Lisboa, Porto e Braga

Horário

O Curso Geral de Osteopatia decorre de segunda a sexta-feira, em horário laboral ou pós-laboral (9h00-13h00, 14h00-18h00 ou 19h00-23h00).

Condições de Acesso

Candidatos com 12º ano de escolaridade.

Candidatos sem o 12º ano de escolaridade sujeitos a prova de acesso e entrevista.

Número máximo de alunos por turma

Para o Curso Geral de Osteopatia estão previstos um máximo de 25 vagas por turma.

O limite de 25 vagas permite oferecer garantias de acompanhamento pedagógico por parte do docente nas disciplinas práticas, maioritárias neste curso.

Documentação Necessária

Para proceder à inscrição será necessário:

Fotocópia de BI / Cartão de Cidadão

Declaração de responsabilidade (substituição de boletim de vacinas)

Certificado de Habilitações

Preenchimento do Boletim de Matricula (Ficha de Inscrição)

1 Fotografia tipo passe

Material Necessário

De carácter obrigatório (aulas práticas):

Bata

Calçado adequado

Recomendado:

Bibliografia indicada pelos docentes

Parcerias/Reconhecimentos
Certificação

A frequência e consequente aprovação no presente Curso, em virtude do IMT estar certificado pela DGERT – Direcção-Geral do Emprego e das Relações do Trabalho confere um Certificado de Formação Profissional emitido como previsto no SNQ – Sistema Nacional de Qualificações e Portaria nº 474 de 2010, registado na Plataforma SIGO – Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa.



Corpo Docente


Prof. João Beles

Prof. Abdelhack Lemsadek

Doutorado em Biologia com especialidade em Microbiologia. Licenciado em Biologia. É Investigador na Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Lisboa. Professor do Mestrado de Microbiologia Aplicada da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Ao longo dos anos participou em diversas comunicações científicas.

Prof. Acácia Coyac

Formada em Osteopatia pela Oxford Brookes University. Curso de especialização em Osteopatia pela Universidade Lusíada de Lisboa. Curso de Terapia Sacro craniana I e II e Osteopatia Visceral pelo Upledger Institute. Orientação de estágios no Âmbito da Osteopatia. Desenvolve actividade em consultório próprio.

Prof. Alain Barberá

Formado em Naturopatia e Hidroterapia de Clon pelo Institut International de Recherche en Homeopathie et Biotherapie Montreal Canada e Naturopatia pela Facultá de Medecine Naturelle de Paris. É ainda licenciado em Psicologia pela A.W. University Iowa E.U.A. Naturopata especialista em Hidroterapia do Clon, Isopatia, Homotoxicologia e Psicossomática. Coordenador do curso geral de Naturopatia e Ciências Tradicionais Holísticas do IMT.

Prof. Ana Neves

Prof. Ana Tulha

Licenciada em Psicologia pelo Instituto Superior da Maia. Pós-graduação em Avaliação Psicológica em Contexto Forense pelo Centro de Reabilitação, Intervenção e Apoio Psicológico, Pós-graduação em Psicogerontologia pela Red Apple. Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde pelo Instituto Superior da Maia. Exerce funções de Psicóloga na associação NoMeio.

Prof. Andreia Dias

Formada em Osteopatia na European School of Osteopathy em Maidstone - Inglaterra. Pós-graduação em Osteopatia na Universidade Moderna em Lisboa. Curso de Bandas Neuromusculares pela ANEID. Participação em diversas conferências. Desenvolve actividade em várias Clínicas na Área de Lisboa.

Prof. Cézar Cruz

Prof. David Pereira

Doutoramento em Ciências Farmacêuticas, ramo da Fitoquímica e Farmacognosia pela Faculdade de Farmácia da Faculdade do Porto. Pós-graduação Business Ignition Programado pela Escola de Gestão do Porto, Especialização em Ciência Farmacêuticas e Mestrado em Ciências Farmacêuticas pela Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto.

Prof. Deisy Domingues

Formada em Osteopatia pelo Instituto de Medicina Tradicional. Pós-Graduação em Osteopatia Visceral pelo ISLA. Exerce actividade em clínica privada.

Prof. Eurico Ruivo

Formado em Socorrismo pela Cruz Vermelha Portuguesa e Tripulante de Ambulância de Socorro pelo INEM, Instituto de Emergência Médica, possui ainda outras formações específicas na Área da emergência médica. A sua actividade profissional tem sido dividida entre a área da formação, onde lecciona Suporte Básico de Vida, e a área de Tripulante de Ambulância de Emergência, junto do INE.

Prof. Fernando Pessoa

Doutorado em Biologia Molecular pela Universidade de Lisboa (trabalho desenvolvido no ICAT - Instituto de Ciência Aplicada e Tecnologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e no Max Planck Institute of Molecular Plant Physiology em Berlim). Licenciado em Biologia Vegetal Aplicada pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Pós-graduação em bio-informática pelo programa conjunto da Faculdade de Ciências da Universidade de

Prof. Filipe Ramos

Licenciado em Neurofisiologia e premiado o melhor aluno do curso no ano 2008. Pós-Graduado em Gestão da Qualidade e Auditoria em Saúde. Actualmente em exercício profissional em Neurofisiologia na UMEC “ Unidade Médico Cirúrgica e na DMIL “ Diagnóstico Médico por Imagem, Lda.

Prof. Gonçalo Caroço

Licenciado em Bioquí­mica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Pós-graduação em Bioquí­mica Aplicada pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Prof. Inês Fiúza

Licenciada em Ergonomia pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa. Licenciada em Fisioterapia pela Escola Superior de Saúde Atlântica da Universidade Atlântica. Pós-graduada em Fisioterapia Respiratória pela Escola Superior de Saúde Atlântica da Universidade Atlântica.

Prof. Inês Costa

Licenciada em Psicologia Clê­nica pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), Mestrado em Psicologia Clê­nica pelo ISPA. Curso de especialização em psicoterapias na clínica de investigação e desenvolvimento psicológico Contemporâneo. Actualmente exerce funções de psicóloga na CUP (Clê­nica universitária de psicologia), docente no ISPA e investigadora na UIPCDE (Unidade de Investigação.

Prof. Joana Borges

Licenciada em Fisioterapia pela Escola Superior de Saúde Jean Piaget. Curso de Massagem Geotermal pelo Instituto de Terapêuticas Manuais. Curso de Massagem Ayurvédica pelo Instituto de Medicina Tradicional. Desde 2008 exerce funções como fisioterapeuta em diversas instituições.

Prof. Luciano Alves

Licenciado em Enfermagem pela Escola Superior de Enfermagem Artur Ravara. Pós-Graduado em Reabilitação Cardí­aca na Faculdade de Motricidade Humana. Curso avançado de Reabilitação Cardíaca no Hospital Universitário de Berne (Suiça).

Prof. Lúcia Ribeiro

Licenciada em Neurofisiologia pela Escola Superior de Saúde do Vale do Ave. Exerce funções de Técnica de Neurofisiologia no Centro Hospital do Porto, EPE. Formada em Suporte Básico de Vida. Curso em Patologia Pediátrica do Sono. Participação em diversos cursos/acções de formação na área da saúde, especificamente no Âmbito da Neurofisiologia.

Prof. Maria Manzaca

Formada em Osteopatia pelo Instituto de Medicina Tradicional, Pós-Graduação em Osteopatia Visceral pelo ISLA. Exerce actividade em clínica privada.

Prof. Maria Mendes

Bacharelato em Fisioterapia pela Escola Superior de Saúde do Alcoitão, tendo terminado a sua licenciatura na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa. Exerce a sua actividade no Hospital Distrital de Santarém.

Prof. Maria João Ferreira

Prof. Manuel Barbosa

Licenciado em Fisioterapia pelo Institut Superieur de Rehabilitation Motrice Parnasse. Formado em Osteopatia pela International Academy of Osteopathy em Louvain-la-Neuve Bélgica. Desenvolve actividade em consultório próprio.

Prof. Miguel Costa

Licenciado em Fisioterapia pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa. Curso de Técnicas Miotensivas e Manipulativas da Coluna e Pélvis pelo Collegi de Fisioterapeutes de Catalunya. Curso de Drenagem Linfáica Terapêutica, Pressoterapia e Bandas Multicamadas pela Ecole de Drainage Lymphatique Bruxelles. Desenvolve actividade em consultório privado.

Prof. Mónica José

Licenciada em Radiologia pela Escola Superior das Tecnologias de Saúde de Lisboa. Técnica de Radiologia no Serviço de Imagiologia de Urgência no Centro Hospitalar Lisboa Norte, E.P.E. Hospital de Santa Maria.

Prof. Paula Rodrigues

Licenciada em Radiologia na Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto. Desempenhou funções como monitora de Estágio de Radiologia da Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto.

Prof. Raquel Fonseca

Licenciada em Radiologia pela Escola Superior de Saúde da Universidade Atlântica. Técnica de Radiologia no Serviço de Imagiologia de Urgência no Centro Hospitalar Lisboa Norte, E.P.E. Hospital de Santa Maria. Colaboradora com a Clí­nica Sintra Médica.

Prof. Rita Luís

Frequenta o Mestrado Integrado em Medicina. Licenciada em Ciências Básicas da Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.

Prof. Rita Benamor

Formada em Osteopatia pela Oxford Brookes University. Professora de Terapia Sacro Craniana do Upledger Institute. Professora de Manipulação Visceral do Barral Institute. Professora certificada para leccionar a nível internacional pelos dois Institutos. Desenvolve a sua actividade clínica em consultório próprio.

Prof. Ricardo Almeida

Prof. Rudolfo Montemor

Licenciado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa. É Médico Interno de Otorrinolaringologia no Hospital de S. José, já tendo também exercido funções na área da Clí­nica Geral, Medicina Desportiva e do Trabalho, Urgências Hospitalares e Domiciliárias. Participou em cursos e congressos nacionais e internacionais tendo apresentado alguns trabalhos nestes. Colabora com o IMT.

Prof. Rui Santiago

Licenciado em Engenharia de Automação e Controlo pela Universidade Moderna - Porto. Licenciado em Osteopatia (5 anos) - BSc (Hons) Osteopathy pela Oxford Brookes University, Oxford, Reino Unido - Reconhecimento de Grau de Licenciado pela Universidade do Porto. Pós-graduação em ensino clínico e académico pela BSO (British School of Osteopathy), Londres, Reino Unido. Vários curso de especialização no Reino Unido, de salientar a ergonomia, visceral, tratamento de atletas e artistas performativos. Desenvolve actividade em consultório próprio e de desenvolvimento de software para aplicação clínica.

Prof. Sandra Santos

Licenciada em Farmácia pela Escola Superior de Saúde Ribeiro Sanches,TDT Farmácia no Hospital de Dona Estefânia, Reflexoterapeuta, Aromaterapeuta. Formada em Reflexologia e Aromoterapia pelo Instituto de Medicina Tradicional, em Lisboa Membro da Comissão Organizadora e Prelectora em Congressos e Workshops no âmbito da Pediatria em Farmácia. Co-autora do artigo "Stability of Folic Acid in Extemporaneous Oral Suspension", - artigo publicado no nº

Prof. Sandra Mendes

Licenciada em Fisioterapia pela Escola Superior de Saúde Vale do Sousa. Curso de Terapias Miofasciais, Nível I e II pelo Instituto Europeu de Ensino Superior. Curso de Fisioterapia Manual Osteopática pela Escuela de Osteopatia de Madrid. Exerce funções como fisioterapeuta em diversas instituições.

Prof. Serafina Moura

Licenciada em Contabilidade e Administração Ramo Administração de Empresas pelo Instituto Politécnico do Porto. Estatuto de formador atribuído pelo Conselho Cientifico Pedagógico de Formação Continua da Universidade do Minho.

Prof. Sofia Milhano

Licenciada em Fisioterapia pela Escola Superior de Saúde Vale do Sousa. Formada em Osteopatia pela Escola de Osteopatia de Madrid, Mestrado em Medicina Tradicional Chinesa pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar. Curso de Terapias Miofasciais Andrzej Pilat pelo Instituto Europeu de Ensino Superior, Curso de Visceral pelo BSO, Valéria. Integrated Myofascial Therapy Ruth Ducan pela Federation of Holistic Therapists.

Prof. Susana Rodrigues

Licenciada em Geologia, Ramo Educacional pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

Prof. Teresa Semedo

Doutorada em Biologia. Mestre em Ciência e Tecnologias dos Alimentos e licenciada em Biologia. É Investigadora na Faculdade de Medicina Veteriná:ria da Universidade de Lisboa. Professora da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa onde lecciona a disciplina de Laboratório de Microbiologia. Orienta estágios de alunos em mestrado da Faculdade de Medicina Veterinária.

Prof. Teresa Sequeira

Prof. Vera Cupido

Licenciada em Estudos Europeus pela Universidade Moderna de Lisboa. Formada em Naturopatia e Ciências Tradicionais Holí­sticas pelo IMT. Desenvolve actividade em consultório privado.

Prof. Tiago Sequeira Correia

Formado em Osteopatia pela Universidade Lusíada de Lisboa e Instituto de Técnicas de Saúde. Registado na Ordem dos Osteopatas do Reino Unido (GosC). Possui especialização em Manipulação Fascial e Osteopatia em Neonatologia pelo International Institute of Advanced Studies of Osteopathy. Especialização em Terapia Miofascial pela Myofascial Release – Uk & Ireland. Curso Pós-Graduado em Osteopatia no Desporto pela Academia Espanhola de Osteopatia. Curso de Terapia Sacro Craniana pelo Instituto Upledger. Actualmente frequenta a Pós-Graduação de Osteopatia Infantil na Universidade Atlântica.

FAQ´s


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1. 1. Preciso de estar registado nalguma associação, federação ou ordem para exercer Osteopatia?

R:. Não. A Prática da Osteopatia, tal como está prevista na Lei nº 45/2003, Lei 71/2013 e Portaria 207-B de 2014 não identifica essa obrigação para o seu exercício, no entanto, o associativismo profissional é uma mais valia para qualquer profissional, independentemente da sua área de atuação, pois o contacto com outros profissionais com interesses comuns traz diversos benefícios.

2. Há muita informação contraditória e pouco clara em circulação. Afinal, o que é preciso para poder exercer Osteopatia de forma legal?

R:. Existem duas formas. Uma para quem já exercia antes da publicação da lei 71 de 2013 e outra para quem começou a exercer ou vai começar a exercer no futuro. Para quem já exercia, existiu um mecanismo através do qual os recém-formados em escolas de formação como o IMT puderam solicitar cédulas profissionais à ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde, do Ministério da Saúde Português, que, após avaliação dos candidatos, decide se atribui uma cédula definitiva ou provisória. Com esta cédula, o profissional está habilitado ao exercício profissional. No entanto, em virtude dos sucessivos atrasos do Governo para a conclusão da regulamentação, nomeadamente a falta de legislação que permitirá a adequação das escolas de formação ao ensino superior, que o governo se comprometeu a publicar 180 dias após a Lei 71/2013 de agosto de 2013, vários profissionais entraram e continuarão a entrar no mercado profissional após 2013 sem acesso a este sistema de candidatura à cédula profissional. Esta circunstância criada pelo atraso do governo levou a que esteja em discussão nos partidos com representação na Assembleia da República uma possível alteração legislativa que venha a prorrogar o prazo de pedido de cédula, dando assim as mesmas oportunidades a quem se formou após 2013. A outra forma é através de licenciatura, no futuro, pois estas darão acesso a cédula profissional. No entanto, tal como no caso anterior, uma vez que o Governo ainda não concluiu o processo legislativo para a adequação das escolas, estas não podem ainda apresentar propostas de licenciatura, aguardando-se a publicação deste diploma legal ainda no decorrer do ano civil de 2017.

3. O curso do IMT é uma licenciatura?

R:. O curso do IMT não é uma licenciatura em Osteopatia, no entanto, fruto de uma parceria com uma escola britânica de Osteopatia (BCOM – British College of Osteopathic Medicine) o aluno do IMT após finalizar o seu curso, tem acesso a Um Ano de Conversão onde, no final do mesmo poderá obter o grau de BSc (Hons) in Osteopathy (Licenciatura em Osteopatia) que, em virtude do acordo de Bolonha, permite o reconhecimento deste grau britânico em Portugal. São já vários alunos do IMT que obtiveram este grau académico e o viram reconhecido pelo Estado Português. Assim, o curso do IMT não pode ser ainda uma licenciatura por si mesmo em Portugal, pois é importante perceber que, tal como exposto no ponto anterior, aguardamos a publicação da portaria de regime transitório prevista no artigo 19º, ponto 6, da Lei 71/2013 que enquadra a atividade formativa do IMT nesta área. O IMT está assim habilitado a oferecer formação na área, no âmbito deste regime transitório. Assim que esta portaria for publicada o IMT poderá finalmente conhecer os critérios de adequação necessários à sua eventual transição para o Regime Jurídico de Instituições do Ensino Superior bem como mecanismos facilitadores de eventual transferência e reconhecimento de créditos para que os seus alunos possam prosseguir os seus estudos sem serem prejudicados pelos atrasos decorrentes da conclusão da regulamentação em curso. Em qualquer caso a tutela irá atuar no sentido de providenciar o enquadramento necessário, como aliás tem feito até ao momento. Aliás, esta circunstância não é nova e aconteceu com outras profissões de saúde como a Enfermagem, a Fisioterapia, a Psicologia e muitas outras que passaram por vários anos de adequação e crescimento até à sua completa regulamentação e integração no ensino superior e no serviço nacional de saúde.

4. O IMT dá apoio para iniciar a minha atividade?

R:. Sim. O IMT, através do GAP (Gabinete de Apoio Profissional), faz atendimento, aconselhamento e encaminhamento para a inserção no mercado de trabalho. Seja ao nível do recrutamento para as clínicas do IMT bem como no encaminhamento para outros prestadores deste tipo de serviços ou ainda no apoio ao estabelecimento por conta própria.

5. Como funciona o Estágio?

R:. O Estágio inicia-se já durante o 4º ano do curso, onde o aluno será convidado a frequentar o programa de Treino Clínico Tutorado. Após conclusão do último ano do curso o formando dará continuidade ao seu Plano de Estágio através do programa de Treino Clínico Tutorado, clínicas do IMT ou clínicas parceiras.

6. A Osteopatia é legal? Está reconhecida?

R:. Sim, a Osteopatia é legal, contudo não está ainda completamente regulamentada em Portugal, apesar de estar prevista na Lei nº45/2003 e Lei 71/2013, pois está em falta a portaria relativa às escolas como o IMT (não superiores). A Osteopatia está ainda reconhecida pela OMS (Organização Mundial de Saúde) que faz recomendações a todos os governos membros da OMS no sentido da sua rápida integração nos respetivos Serviços Nacionais de Saúde.

7. O Curso é acreditado pela DGERT?

R:. A DGERT (Direção Geral do Emprego e das Relações do Trabalho), como entidade reguladora das áreas da formação profissional, não acredita cursos, o que a DGERT acredita é a competência de uma entidade para realizar formação profissional, independentemente da área. O IMT é uma entidade formadora acreditada pela DGERT, significando isto que os processos que utiliza garantem resultados de qualidade. O profissional certificado pelo IMT tem as suas horas reconhecidas ao abrigo da legislação aplicável no âmbito da certificação de formação profissional.

8. Porque devo escolher fazer o curso no IMT?

R:. A qualidade de um curso é avaliada com base em diversos fatores, de onde destacamos: Parcerias e reconhecimentos nacionais e internacionais; Parceria BCOM; Estrutura e experiência da Instituição; Competências dos quadros; Qualidade do corpo docente; Adequabilidade do curso ao mercado profissional; Acreditação da entidade formadora; Metodologia de aquisição de competências utilizada, que no caso especifico passa por um modelo misto de horas de contacto, horas de práticas clínicas e horas de autoestudo orientado, de acordo com modelos de sucesso testados noutros países, onde os docentes desenvolvem as competências dos alunos não só em sala mas fora dela, suportados em metodologias de estudo de caso.

9. O que é o D.O.?

R:. D.O. é uma sigla utilizada originalmente pelos médicos norte-americanos que realizaram uma especialização em Osteopatia, significa "Doctor of Osteopathy". Nos EUA a Osteopatia é uma especialidade médica, o que já não é o caso na Europa, onde há uma diversidade regulamentar muito grande de país para país. No Reino Unido, por exemplo, está reconhecida e integrada no respectivo Sistema Nacional de Saúde mas não é uma especialidade médica, no entanto, a utilização da sigla DO generalizou-se para quem ostenta um Diploma em Osteopatia, independentemente de quem o atribui ou reconhece, como é o caso em Portugal. No caso do Reino Unido, onde a Osteopatia está regulamentada, o seu ensino é a nível Universitário e confere, normalmente os seguintes graus: BSc(Hons), que é o único que equivale ao grau de licenciado em Portugal, ou seja, para o obter é necessário uma formação de pelo menos 4 anos e uma monografia, ao passo que o grau de BSc, que não tem qualquer equivalência académica, será apenas de 3 anos e não necessita de monografia; outro grau é o BOst ou BOstMed que significa o mesmo que os anteriores mas especifica que é bacharel em Osteopatia (BOst) ou Medicina Osteopática (BOstMed), ambos sem equivalência académica. Por último há o grau de Mestrado em Osteopatia ou MOst, que é atribuído a quem complete o segundo ciclo de Bolonha em Osteopatia, este sim, com equivalência académica ao grau de Mestrado.

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