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Fundamentação

Curso de Acupunctura, Moxabustão e Fitoterapia Chinesa
A Acupunctura, Moxabustão e Fitoterapia Chinesa são parte integrante da MTC – Medicina Tradicional Chinesa e estão implementadas quase globalmente.

Segundo Wei Ru-Shu, um especialista mundial na área da MTC – Medicina Tradicional Chinesa, professor de medicina interna no Instituto de Acupunctura e Moxabustão, Academia de Medicina Tradicional Chinesa, em Beijing, China, “a Acupunctura e a Moxabustão são aplicadas como terapêuticas médicas na China há pelo menos 2000 anos. (…) A acupunctura é um procedimento clínico aparentemente simples que permite a estimulação em diversos locais do corpo para tratamento de doenças e alívio da dor. O termo deriva do latim acus (agulha) e punctura (picada).” (in “Traditional Medicine and Health Care Coverage”, pag. 76., Ed. WHO – World Health Organization, Geneva. 1983, ISBN 978-92-4154163-3).

Parte integrante da MTC – Medicina Tradicional Chinesa é também a Fitoterapia Chinesa, cuja utilização pode ser datada até pelo menos pouco mais de 2000 anos. O primeiro manual de farmacologia chinesa conhecido, o Shennong Bencao Jing contem 365 medicamentos descritos, dos quais 252 são medicamentos à base de plantas e pertence à Dinastia Han (206 AC – 220 DC). É a própria Organização Mundial de Saúde que advoga o seu uso, nomeadamente desde 1978, onde adoptou uma resolução específica sobre o tema “que reconhece a importância das plantas medicinais nos sistemas de saúde” (in “Guidelines for the appropriate use of herbal medicine”, pag1-2, Ed. WHO – World Health Organization, Regional Office for the Western Pacific, Manila, ISBN 92-9061-124-3).

Em Portugal a Acupunctura e a Medicina Tradicional Chinesa têm o seu enquadramento legal tanto na Lei 45/2003 como na Lei 71/2013, que vem regulamentar a primeira e cujo processo de regulamentação se encontra em curso, estando ainda enquadrada na Lei de Bases de Saúde (Base 26 – Terapêuticas Não Convencionais).

 

Portugal tem dado importantes passos no sentido da total integração da Acupunctura e da Medicina Tradicional Chinesa no seu Sistema Nacional de Saúde, seguindo diretrizes específicas Organização Mundial de Saúde.

Independentemente do momento em que se encontra o processo de regulamentação da Acupunctura e a Medicina Tradicional Chinesa no nosso país e no restante espaço europeu, a sua globalização está em curso sendo amplamente reconhecida pelas suas mais valias por praticamente toda a sociedade ocidental, sendo utilizada por uma crescente camada da população.

Plano de estudos

Duração

4 Anos (44 Meses)

Horário

O Curso Geral de Medicina Tradicional Chinesa (Acupuntura, Moxabustão e Fitoterapia Chinesa) decorre ao fim-de-semana (dois/três fins-de-semana por mês) durante o Sábado e o Domingo, entre as 10h00 e as 17h00.

Condições de Acesso

Candidatos com 12º ano de escolaridade.

Candidatos sem o 12º ano de escolaridade sujeitos a prova de acesso e entrevista.

Documentação Necessária

Para proceder à inscrição será necessário:

Fotocópia de BI / Cartão de Cidadão

Declaração de responsabilidade (substituição de boletim de vacinas)

Certificado de Habilitações

Preenchimento do Boletim de Matricula (Ficha de Inscrição)

1 Fotografia tipo passe

Material Necessário

De carácter obrigatório (aulas práticas):

Bata

Recomendado:

Bibliografia indicada pelos docentes

Certificação

A frequência e consequente aprovação no presente Curso, em virtude do IMT estar certificado pela DGERT – Direcção-Geral do Emprego e das Relações do Trabalho confere um Certificado de Formação Profissional emitido como previsto no SNQ – Sistema Nacional de Qualificações e Portaria nº 474 de 2010, registado na Plataforma SIGO – Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa.

  • Líder em Portugal na formação em MT&C – Medicina Tradicional e Complementar
  • Média de 350 diplomados por ano
  • Abordagem holística e condizente com a defesa dos ideais de uma medicina natural, de visão integracionista e com foco na pessoa e não na doença.
  • Rede de parceiros estratégicos, com destaque para as Universidades de Medicina Chinesa de Jiangxi, Shanghai, Zhejiang, Tianjin, Shaanxi, Nanjing e Chengdu
  • Rede de parceiros para estágios profissionais e integração no mercado de trabalho em Portugal e no estrangeiro
  • Qualidade do corpo docente, com mais de 70 profissionais qualificados
  • Programas de formação contínua e de especialização.
  • Localização ideal (centro da cidade – Lisboa e Porto)
  • Plataforma própria de ensino online

Um Especialista de Medicina Tradicional Chinesa ou Acupunctor desenvolve a sua atividade de forma autónoma ou integrado numa equipa multidisciplinar de saúde e bem-estar.

 

Para o exercício legal da profissão deve ter uma cédula profissional, definitiva ou provisória. Para conhecer o mecanismo de obtenção desta cédula profissional deve contatar a ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde

 

 

No final do Curso, o Especialista em MTC/ Acupunctor deve ser capaz de*:

a) Exercer a profissão tendo por base os conhecimentos obtidos no domínio das teorias da MTC, nomeadamente ser capaz de avaliar o cliente, realizar o diagnóstico, estabelecer os princípios e estratégias terapêuticas, realizar e gerir o plano de tratamento e respeitar os códigos de prática segura, ético e deontológico;

b) Utilizar processos específicos de diagnósticoaplicados à acupuntura tais como a anamnese, a observação, o exame audio-olfativo, a palpação e a diferenciação de sintomas e síndromas;

c) Aplicar diferentes métodos específicos da MTC, tais como: manipulação de agulhas, ventosas, moxabustão, eletropunctura, laserpunctura, martelo de sete pontas, entre outros meios, nos meridianos e pontos de acupunctura;

d) Saber aconselhar e prescrever práticas de saúde e longevidade;

e) Definir, implementar e adaptar princípios terapêuticos e planos de tratamento de acordo com especificidades de cada pessoa;

f) Conhecer as contra-indicações do tratamento de MTC; Estes objetivos foram retirados do perfil funcional, apenas efetueu ligeiros reajustes.

g) Assumir uma conduta ética que tenha em vista a garantia da qualidade da prestação de cuidados de MTC;

h) Elaborar um plano de tratamento que conte com a participação ativa e consentida do cliente, onde conste o prognóstico, os resultados a atingir, os métodos e técnicas terapêuticos utilizados e a avaliação regular do seu progresso.

 

*Conforme Portaria n.º 207-F/2014

R:. Não. A Prática da Acupunctura, tal como está prevista na Lei nº45/2003 “Lei das Terapêuticas Não Convencionais” não identifica essa obrigação para o seu exercício, no entanto o associativismo profissional é uma mais valia para qualquer profissional, independentemente da sua área de atuação, pois o contacto com outros profissionais com interesses comuns tem benefícios.

R:. Não. O estágio na China é facultativo, no entanto, para os alunos que entenderem ser importante a experiência adquirida num Hospital dedicado à MTC – Medicina Tradicional Chinesa, o IMT tem protocolos com várias Universidades de MTC (fazer um link para a página das parcerias estratégicas) e seus Hospitais Universitários.

R:. Para o exercício legal de Medicina Tradicional Chinesa é necessária uma Cédula Profissional emitida pela ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde. Para se obter a cédula profissional existem duas formas. Uma é através de uma licenciatura em Medicina Tradicional Chinesa (Artigo 5º da Lei 71/2013 e Portaria 172-C/2015) que ainda não existem em Portugal e outra é através da disposição transitória prevista no Artigo 19º da Lei 71/2013, aplicável ao Curso Geral de Medicina Tradicional Chinesa (Acupuntura, Moxabustão e Fitoterapia), do IMT.

R:. Ainda não. Para que o curso do IMT possa ser uma licenciatura é necessária a publicação da legislação prevista no Artigo 19º da Lei 71/2013. A publicação desta legislação é fundamental para que se possa realizar a adequação do IMT ao RJIES – Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior. Esta publicação encontra-se em atraso desde 2013, data prevista para a sua publicação.

R:. Sim. O IMT, através do GAP (Gabinete de Apoio Profissional), faz atendimento, aconselhamento e encaminhamento para a inserção no mercado de trabalho. Seja ao nível do recrutamento para as clínicas parceiras IMT bem como no encaminhamento para outros prestadores deste tipo de serviços ou ainda no apoio ao estabelecimento por conta própria.

R:. O Estágio inicia-se já durante o terceiro e o quarto ano do curso, onde o aluno será convidado a frequentar o programa de Treino Clínico Tutorado do IMT em clinicas parceiras. Após conclusão do último ano do curso o formando dará continuidade ao seu Plano de Estágio, integrado em clinicas parceiras além do programa de Treino Clinico Tutorado

R:. A qualidade de um curso é avaliada com base em diversos critérios, de onde destacamos: Parcerias e reconhecimentos; Estrutura e experiência da Instituição; Competências dos quadros; Qualidade do corpo docente; Ligação do curso ao mercado profissional; Certificações e Afiliações; Metodologia de aquisição de competências utilizada, que no caso especifico passa por um modelo misto de horas de contacto, online e presenciais, horas de práticas clínicas e horas de autoestudo orientado, de acordo com modelos de sucesso testados noutros países, onde os docentes desenvolvem as competências dos alunos não só em sala de aula mas fora dela, suportados em metodologias de estudo de caso.

R:. A DGERT (Direcção Geral do Emprego e das Relações do Trabalho) não certifica cursos em si mesmos, o que a DGERT certifica é a própria entidade formadora conferindo valor legal aos seus certificados de formação. O IMT é uma entidade formadora certificada pela DGERT pelo que confere certificados no âmbito do SNQ – Sistema Nacional de Qualificações e Portaria nº 474 de 2010, registados na Plataforma SIGO – Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa.

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