Formadores

Endereço

Lisboa

Descrição

Fundamentação

A Naturopatia é um sistema de cuidados de saúde primários e continuados que juntamente com a participação ativa do paciente permite o equilíbrio da sua saúde fisiológica, física, mental e emocional.
A Naturopatia rege-se pelos seguintes três grandes princípios:

    • O poder curativo da natureza ou Vis Medicatrix Naturae: que preconiza a existência de uma “força vital” que promove a auto-cura ou auto-equilíbrio do organismo;

 

    • O Holismo: que representa a conexão e interação entre os componentes estruturais, bioquímicos, mentais e emocionais do paciente. A disfunção numa área leva invariavelmente a um ou mais distúrbios noutra(s) área(s) do organismo;

 

    • A individualidade: As pessoas são, geneticamente, bioquimicamente, estruturalmente e emocionalmente diferentes umas das outras. Cada pessoa responde de maneira diferente às agressões de que é alvo, sejam elas mentais, emocionais, estruturais, nutricionais, sociais ou culturais.
      Em Portugal, a Naturopatia tem o seu enquadramento legal tanto na Lei 45/2003 como na Lei 71/2013, que vem regulamentar a primeira e cujo processo de regulamentação se encontra em curso, estando ainda enquadrada na Lei de Bases de Saúde (Base 26 – Terapêuticas Não Convencionais).
      Portugal tem dado importantes passos no sentido da total integração da Naturopatia no seu Sistema Nacional de Saúde, seguindo diretrizes específicas Organização Mundial de Saúde.
      Independentemente do momento em que se encontra o processo de regulamentação da Naturopatia no nosso país e no restante espaço europeu, o recurso a uma abordagem natural e holística na promoção da saúde é uma realidade em praticamente toda a sociedade ocidental dos dias de hoje.

O exercício da profissão

Um Naturopata desenvolve a sua atividade de forma autónoma ou integrado numa equipa multidisciplinar de saúde e bem-estar. Para o exercício legal da profissão de Naturopata deve ter uma cédula profissional, definitiva ou provisória. Para conhecer o mecanismo de obtenção desta cédula profissional deve contatar a ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde Pode desempenhar a sua atividade em diversos ambientes como consultórios de especialidade, clínicas médicas convencionais, hospitais privados, centros de saúde e bem-estar, clínicas de reeducação alimentar, centros dietéticos, ginásios, health clubs, farmácias, laboratórios de produtos farmacêuticos ou suplementos alimentares e ainda homeopáticos, consultórios de psicologia, de nutrição, dietética, etc. O Naturopata, especificamente, é um profissional de medicina natural generalista muito procurado pelo público em geral para o tratamento e prevenção de diversas patologias. É igualmente procurado por outros profissionais de saúde, no sentido de complementarem as suas terapêuticas, pois a abordagem do Naturopata permite uma integração competente com diversas áreas conducente à mudança e adequação de hábitos saudáveis de vida.

Plano de estudos

Duração

4 Anos (44 Meses)

Horário

O curso de Naturopatia decorre de segunda a sexta, em horário laboral (9h00-13h00).

Condições de Acesso

Candidatos com 12º ano de escolaridade.

Candidatos sem o 12º ano de escolaridade sujeitos a prova de acesso e entrevista.

Documentação Necessária

Para proceder à inscrição será necessário:

Fotocópia de BI / Cartão de Cidadão

Declaração de responsabilidade (substituição de boletim de vacinas)

Certificado de Habilitações

Preenchimento do Boletim de Matricula (Ficha de Inscrição)

1 Fotografia tipo passe

Material Necessário

De carácter obrigatório (aulas práticas):

Bata

Recomendado:

Bibliografia indicada pelos docentes

Certificação

A frequência e consequente aprovação no presente Curso, em virtude do IMT estar certificado pela DGERT – Direcção-Geral do Emprego e das Relações do Trabalho confere um Certificado de Formação Profissional emitido como previsto no SNQ – Sistema Nacional de Qualificações e Portaria nº 474 de 2010, registado na Plataforma SIGO – Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa.

  • Líder em Portugal na formação em MT&C – Medicina Tradicional e Complementar
  • Média de 350 diplomados por ano
  • Abordagem holística e condizente com a defesa dos ideais de uma medicina natural, de visão integracionista e com foco na pessoa e não na doença.
  • Rede de parceiros estratégicos, com destaque para a Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, CETNOFARM e CNM – College of Naturopathic Medicine no Reino Unido
  • Rede de parceiros para estágios profissionais e integração no mercado de trabalho em Portugal e no estrangeiro
  • Qualidade do corpo docente, com mais de 70 profissionais qualificados
  • Programas de formação contínua e de especialização.
  • Localização ideal (centro da cidade – Lisboa e Porto)
  • Plataforma própria de ensino online

R:. Não. A Prática da Naturopatia, tal como está previsto na Lei nº 45/2003, Lei 71/2013 e Portaria 207-A de 2014 não identifica essa obrigação para o seu exercício, no entanto, o associativismo profissional é uma mais valia para qualquer profissional, independentemente da sua área de atuação, pois o contacto com outros profissionais com interesses comuns traz diversos benefícios.

R:. Para o exercício legal de Naturopatia é necessária uma Cédula Profissional emitida pela ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde. Para se obter a cédula profissional existem duas formas. Uma é através de uma licenciatura em Naturopatia (Artigo 5º da Lei 71/2013 e Portaria 172-C/2015) que ainda não existem em Portugal e outra é através da disposição transitória prevista no Artigo 19º da Lei 71/2013, aplicável ao Curso Geral de Naturopatia, do IMT.

R:. Ainda não. Para que o curso do IMT possa ser uma licenciatura é necessária a publicação da legislação prevista no Artigo 19º da Lei 71/2013. A publicação desta legislação é fundamental para que se possa realizar a adequação do IMT ao RJIES – Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior. Esta publicação encontra-se em atraso desde 2013, data prevista para a sua publicação.

R:. De acordo com a legislação em vigor, que veio proceder à segunda alteração à Lei 71/2013, o candidato, detentor de certificado de formação profissional emitido pelo IMT, poderá requerer cédula profissional junto da ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde. Ao fazer este requerimento irá submeter-se a um processo de avaliação de candidatura nos termos previstos na Portaria 181/2014 de 12 de Setembro, cabendo assim exclusivamente à ACSS a avaliação desta candidatura.

R:. Sim. O IMT, através do GAP (Gabinete de Apoio Profissional), faz atendimento, aconselhamento e encaminhamento para a inserção no mercado de trabalho. Seja ao nível do recrutamento para as clínicas parceiras IMT bem como no encaminhamento para outros prestadores deste tipo de serviços ou ainda no apoio ao estabelecimento por conta própria.

R:. O Estágio inicia-se já durante o terceiro e o quarto ano do curso, onde o aluno será convidado a frequentar o programa de Treino Clínico Tutorado do IMT em clinicas parceiras. Após conclusão do último ano do curso o formando dará continuidade ao seu Plano de Estágio, integrado em clinicas parceiras além do programa de Treino Clinico Tutorado.

R:. A DGERT (Direcção Geral do Emprego e das Relações do Trabalho) não certifica cursos em si mesmos, o que a DGERT certifica é a própria entidade formadora conferindo valor legal aos seus certificados de formação. O IMT é uma entidade formadora certificada pela DGERT pelo que confere certificados no âmbito do SNQ – Sistema Nacional de Qualificações e Portaria nº 474 de 2010, registados na Plataforma SIGO – Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa.

R:. A qualidade de um curso é avaliada com base em diversos critérios, de onde destacamos: Parcerias e reconhecimentos; Estrutura e experiência da Instituição; Competências dos quadros; Qualidade do corpo docente; Ligação do curso ao mercado profissional; Certificações e Afiliações; Metodologia de aquisição de competências utilizada, que no caso especifico passa por um modelo misto de horas de contacto, online e presenciais, horas de práticas clínicas e horas de autoestudo orientado, de acordo com modelos de sucesso testados noutros países, onde os docentes desenvolvem as competências dos alunos não só em sala de aula mas fora dela, suportados em metodologias de estudo de caso.

R:. O protocolo assinado com a Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, consiste essencialmente num acordo que prevê uma cooperação em matéria de ensino, investigação e desenvolvimento e outras áreas de interesse comum, tendo resultado na constituição da Associação CETNOFARM, com vista ao desenvolvimento de projetos conjuntos em etnofarmácia. As mais valias para os alunos do IMT são diversas, onde se destaca a participação de docentes CETNOFARM, o acesso à Biblioteca (física e on-line) da FFULisboa, visitas técnicas ao laboratório de plantas medicinais, participação em sessões de formação, seminários, reuniões científicas, etc.

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